Política

Genro de Marcelo Nilo é alvo de operação da Polícia Federal

[Genro de Marcelo Nilo é alvo de operação da Polícia Federal]
13 de Setembro de 2017 às 10:16 Por: Reprodução Por: Cíntia Kelly0comentários

Um funcionário da  Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A (Embasa), reduto do ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (PSL), foi alvo da operação Opinião da Polícia Federal, no inicio da manhã desta quarta-feira (13).

Trata-se do genro de Marcelo Nilo, o advogado Marcelo Dantas Veiga. Ele está lotado na diretoria de gestão corporativa da Embasa. Antes do atual cargo, Marcelinho, como é conhecido, foi subprocurador-geral da Assembleia, aos 24 anos. 

Reduto - A Embasa é presidida por Rogério Cedraz, indicado ao cargo por Marcelo Nilo, que na década de 1970, também presidiu a empresa.

Antes de indicar Cedraz, Nilo havia apresentado outros dois nomes ao governador Rui Costa, mas foram rejeitados pelo petista.
A época, Rui Costa disse que queria alguém da área. “Nada contra os outros dois nomes, só que eu queria alguém do ramo, que conhecesse saneamento, que fosse engenheiro ou atividade forte na área da embasa, que tem o maior orçamento do Estado. São quase R$ 3 bilhões”, explicou.

 Ministério Público Eleitoral  (MPE) e a Polícia Federal fazem operação na manhã desta quarta-feira (13) em Salvador que tem como principal alvo o deputado estadual Marcelo Nilo (PSL).  A PF realiza buscas na Avenida Cardeal da Silva, no Centro Administrativo da Bahia (CAB) e no bairro do Horto Florestal, onde mora o político. Além de deputado, Nilo, que tem 62 anos, é engenheiro civil. Ele foi presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) por cinco vezes e está no sétimo mandato como deputado estadual. 

Nilo é alvo da Operação Opinião que tem o objetivo de cumprir sete mandados de busca e apreensão em endereços de Salvador, dentre os quais na residência do deputado e no seu gabinete na Assembleia Legislativa, no CAB. Os mandados foram expedidos pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE/BA), com base em representação formulada pela Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia (PRE/BA), em procedimento que investiga o crime de falsidade eleitoral, previsto no artigo 350 do Código Eleitoral, envolvendo também a empresa Bahia Pesquisa e Estatística Ltda – Babesp, também conhecido como DataNilo.

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