Política

Se for necessária outra trincheira, assim o farei, diz Paim sobre deixar PT

[Se for necessária outra trincheira, assim o farei, diz Paim sobre deixar PT]
18 de Novembro de 2016 às 11:50 Por: Gilberto Júnior//Bocão News Por: Aparecido Silva0comentários

O senador gaúcho Paulo Paim esteve, na manhã desta sexta-feira (18), na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), onde recebeu o título de cidadão baiano. Em entrevista ao Bocão News, o parlamentar desconversou sobre a sua eventual saída do Partido dos Trabalhadores. Entre o final do ano passado e início deste, o petista cogitou deixar a legenda acompanhado do senador baiano licenciado Walter Pinheiro. No entanto, Paim recebeu aval da legenda no Rio Grande do Sul para se opor a matérias do governo da ex-presidente Dilma, e decidiu ficar. Diferentemente do correligionário baiano.

Questionado se, após optar pela permanência no PT, se encontra confortável, o congressista foi incisivo na negativa. “Eu diria para você que ninguém está confortável, se analisarmos o quadro nacional na maioria dos partidos. É uma questão de que quem errou, seja deste ou daquele partido, que responda pelos seus atos. Está havendo uma revolução no Brasil, onde o povo quer saber das grandes causas. É isso que está norteando a minha vida, então continuarei assim, mas se em algum momento for necessário eu ter uma outra trincheira para defender o que tenho dito, assim o farei. E se não, dentro da Frente Ampla Brasil eu posso ficar como estou”, afirmou.

A Frente Ampla Brasil mencionada pelo petista é uma coalizão que reúne movimentos sociais e populares, organizações sindicais e também parlamentares, que tenta mobilizar a sociedade contra a agenda de reformas anunciada pelo governo Michel Temer. “Eu defendo muito a ideia da Frente Ampla Brasil, onde as siglas não serão mais importantes. Importantes serão as causas, que unifiquem homens e mulheres na defesa do povo brasileiro, seja na educação, na saúde, na área de emprego, na distribuição de renda. Nesta grande frente, não é importante ser desse ou daquele partido, mas sim defender as causas, não coisas”, explicou Paim.

Colaborou o editor de política Luiz Fernando Lima

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