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Jbahiajr - 05/02/2016 - 16:13
Essa resposta TRUCULENTA da Juíza Luciana Setúbal mostra a forma como o judiciário na Bahia é administrado, A Falta de respeito por pessoas que participaram de uma seleção pública tão rigorosa e ao mesmo nível de um concurso público, disputando ponto a ponto com outros candidatos, levando até as ultimas possibilidades com a prova de títulos, num concurso em que sobraram candidatos com mestrado, doutorado e até com experiência em docência superior, para agora ouvirem dizer que, "se não estiverem satisfeitos peçam para sair", é muita falta de respeito e de consideração com pessoas que, além de terem se esforçado para serem admitidas através de uma seleção pública, hoje prestam um grande serviço à comunidade e ao judiciário, desafogando os Juizados Especiais, fazendo com que os processos outrora emperrados e com marcação de prazos para a primeira audiência de conciliação para até um ano ou mais da distribuição, ajudando, ainda, as comarcas do interior, onde o Juiz local além das causas comuns ainda tinha que lidar com as causas dos Juizados Especiais, fazendo com que a espera pela marcação de uma audiência ou por uma decisão do Juiz fosse quase impossível de suportar, inviabilizando o acesso ao judiciário, vez que o serviço esperado não era prestado a contento. Hoje, com os DESPREZADOS Juízes Leigos e Conciliadores, as audiências são marcados com um prazo extremamente menor, as decisões são proferidas num pequeno espaço de tempo e a população fica satisfeita com a prestação de serviço oferecida pelos Juizados Especiais, sem saber que aqueles que fazem a "fila andar" são tão desprezados e maltratados pelo comando do Poder Judiciário, sem direito a um rendimento fixo que lhe garanta um mínimo, sem Férias, decimo terceiro salário ou qualquer outro direito trabalhista, são "reles colaboradores" sem direito a nada e ainda foram obrigados a ver uma diminuição dos seus parcos rendimentos por conta de uma decisão da presidência do tribunal, alegando adequação do orçamento. Como sempre, paga aquele que trabalha, que mais se esforça, que precisa correr atrás, já que precisam cumprir meta e só ganham pelo que produzem, ao contrário do que se vê como regra geral no TJ/Ba, que aparece com a maior taxa de congestionamento de processos entre os tribunais brasileiros e, ao mesmo tempo, tem a maior despesa por processo baixado na Justiça estadual. O índice de produtividade dos magistrados ficou em 957 processos, sendo que 1.837 eram necessários para que a meta fosse atingida. Ou seja, cada Juiz na Bahia sentencia, em média, 80 processos por mês, sem se preocupar com meta, pois seus vencimentos não dependem disso, enquanto que um Juiz Leigo precisaria realizar 488 atos por mês para alcançar sua meta e atingir o rendimento máximo proposto. Existe Justiça no Judiciário?
Eduardo Costa - 05/02/2016 - 16:03
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Coitado...
CÍCERO MONT SERRAT - 05/02/2016 - 14:05
Va procurar o que fazer Rosemma ! va ser candidata no interior , que aqui na capital , voce não vai a lugar algum . ..
Rafael - 05/02/2016 - 13:36
Estranho! Primeiro Neto fala que o carnaval se paga e gera receita. Agora depende do governo do estado? Mentira! Algo ruim aconteceu e ACM esta tentando levantar a moral do governo do Estado e do Rui Costa. A Coisa é mais profunda do que parece.
Eu - 05/02/2016 - 12:36
Humildade. Parabéns prefeito! Neto e Rui parceria perfeita pelo bem da sociedade soteropolitana e baiana.
jose luiz santos pontes - 05/02/2016 - 12:12
Parabenizo Valter Lessa pela homenagem recebida com todo merecimento !

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